O que foi o ataque à universidade de Garissa?

Incidente no nordeste do Quênia completa sete anos semana passada

Antes do ataque, o prédio da Universidade foi cercado por 15 horas

Após 15 horas cercando a Universidade de Garissa, na Páscoa de 2015, o grupo Al-Shabaab finalmente invadiu o local. Durante o ataque mais mortal do Quênia, 147 cristãos foram assassinados e outros ficaram feridos.

Os alvos dos radicais islâmicos eram os 250 jovens cristãos que participavam dos encontros da União Cristã, onde adoravam a Deus, estudavam a Bíblia e tinham curso de desenvolvimento de liderança. Por isso, todos os alunos muçulmanos tiveram a vida poupada.

Como alguns cristãos conseguiram sobreviver ao ataque?

Fred acordou com o barulho dos tiros e, ao ver que a universidade estava cercada, escondeu-se debaixo da cama. Apesar de dois terroristas terem entrado no quarto do jovem, eles não descobriram o esconderijo do cristão.

Já Ronnie* sobreviveu por um milagre, pois foi baleado na mão e mandíbula. Os ferimentos causaram a perda de três dedos e parte da audição. “Outras pessoas podem ficar um dia ou dois sem pensar no incidente. Para mim, é diferente. Sempre que olho para os meus dedos ou me esforço para ouvir alguém, sou forçado a lembrar de tudo novamente”, revela Ronnie.

Nick* estava na sala de oração quando o ataque começou e viu os irmãos na fé serem assassinados. Ao tentar fugir do local, foi baleado no braço e a lesão o impossibilita de levantar objetos pesados e fazer alguns tipos de atividades.

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